Condomínio no aluguel: o que o inquilino paga e o que fica com o proprietário

Nem toda cobrança do condomínio é do inquilino. A lei separa despesas ordinárias e extraordinárias.

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Condomínio no aluguel

Apuração atualizada em 28 de agosto de 2026.

Condomínio no aluguel gera discussão quando chega cobrança de pintura, obra, fundo de reserva ou manutenção. A Lei do Inquilinato separa despesas ordinárias e extraordinárias.

Em resumo

  • Locatário paga despesas ordinárias.
  • Locador responde pelas extraordinárias previstas em lei.
  • O boleto pode misturar itens.
  • Peça discriminação quando houver dúvida.

Despesas ordinárias

São gastos rotineiros: salários e encargos dos funcionários, água e energia das áreas comuns, limpeza, conservação, manutenção de elevadores e pequenos reparos.

Despesas extraordinárias

Incluem determinadas obras estruturais, pintura de fachada, indenizações trabalhistas anteriores à locação, instalação de equipamentos e constituição do fundo de reserva em situações previstas.

No boleto, confira

  • taxa ordinária;
  • rateio extraordinário;
  • fundo de reserva;
  • obras aprovadas;
  • multas da unidade;
  • consumos individualizados.

E o fundo de reserva?

A finalidade da cobrança importa. A constituição do fundo aparece entre despesas extraordinárias; a reposição usada para despesas ordinárias durante a locação pode ter tratamento diferente.

Peça comprovantes

A legislação prevê que o locador exiba comprovantes das parcelas cobradas quando solicitado.

Prática simples: guarde boletos e demonstrativos e compare cobranças extraordinárias com atas do condomínio.

Veja mais em Mercado Imobiliário.

Perguntas frequentes

Pintura da fachada é do inquilino?

Despesas extraordinárias dessa natureza são atribuídas ao locador nas hipóteses legais.

Manutenção do elevador é do inquilino?

A manutenção rotineira aparece entre despesas ordinárias.

Posso pedir detalhamento?

Sim, especialmente quando a cobrança repassada não é clara.

Fontes consultadas

Apuração atualizada em 28 de agosto de 2026. Índices medem amostras específicas; contratos, financiamento e condições de imóveis devem ser conferidos no caso concreto.